De biquíni amarelo e
umbigo de fora
De unha vermelha e
corpo de mola
Sempre derrapando no
visual
Eis aqui a Magal
Sensual.
Eita, mulherzinha banal
Vive com uma calcinha fio dental
Ou sem sutiã atrás de um avental
E para piorar fica se bronzeando no fundo do
quintal
Mostrando sua parte frontal.
Certa vez, Magal Sensual se meteu numa confusão
Com a mulher do seu vizinho Tião
Que durante uma ensandecida paixão
Não escondeu o telefone e ela viu a ligação
Magal Sensual foi derrubada no meio do calçadão
E a esposa rodou a mão
Que seu dente queiro caiu no chão.
E outra, Magal Sensual já teve mal conduta
Foi presa depois de roubar uma prostituta
Com raiva por causa de uma disputa
E a coitada enfrentou uma luta
Mas como ela não perde tempo deu em cima do
recruta
E se entocou dentro de uma gruta.
Hoje, Magal Sensual está mais decente
Vive vivendo cachorro-quente
Se casou com um servente
Mas a triste demente
Pegou uma doença e só vive de absorvente.
Autor: Raí Duarte
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